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12 de Dezembro às 22h - Rita Pimentel com Mademoiselle Brel


Jazz / Blues
com Mademoiselle Brel


Mademoiselle Brel
Se por vezes pensamos que o que é velho cheira a mofo, outras há em que nos lembramos do nosso vinho do Porto, que quanto mais anos tem... Assim nasceu a nossa Brel, moça praticante assumida do celibato, cuja compulsão é remexer nos baús velhos do sótão, em busca de outras paixões. Deixa-se inspirar nos sons de língua francesa, nos velhos standards do jazz, na canção nacional, nas marmeladas do Brasil, trazidas pelo avó... Acrescente-se que a nossa Mademoiselle deixa espaço para a improvisação, para ir onde os temas deixam os músicos ir... Com Rita Pimentel na voz, António Neves da Silva ao piano e Vítor Costa na bateria, a nossa Mademoiselle Brel está pronta para animar mais uma noite! Soltem as gargantas, arranjem um par para o baile, tragam os ferrinhos, animem-se, mas deixem a Brel actuar!

Após o concerto Djset por Dj's Ruc - douchebaG vs R

Entrada - 3€


Inauguração da exposição de Fotografia "Luzes do Mundo" de Tatiana Lages, Os sons, cheiros, cores e luzes do Festival de Músicas do Mundo de Sines de 2007.


last.fm


Não te coles ao sofá Happyproductions

Exposição "Infinite inevitabilities" de Luís Filipe Rocha - De 15 a 30 de Agosto

infinite inevitabilities

inevitabilidades infinitas, é uma atitude sobre o futuro. Sobre o gesto de ontem e
a omissão da palavra no presente. Sobre o que parece faltar e o que está a mais.
Casos notáveis da matemática, apresentados aqui enquanto
moletas para a compreenção do real, apenas formas de entender e cruzar o quotidiano
com o futuro incerto e inevitável.

que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?”

É um segundo momento na reflexão sobre a cidade. As suas
áreas e limites perdidos negligentemente na individualização pela capacidade de ter.
Um conjunto de valores invisíveis, desconsiderados face às imposturas dos sujeitos
activos no domínio do espaço, abreviados, no direito a lhe reclamar o uso
imprescindível para a sobrevivência e a evolução.
É uma outra forma de ver a cidade, exibindo, da corrente
intelectual vigente, a sua saturação. De novo pelo direito ao novo,
num perpétuo movimento ...”

... sei que não vou por aí!”
Luis Filipe Rocha
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