Cam Deas - 4 Julho

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A Merzbau e a Team Judas orgulham-se de apresentar Cam Deas em Portugal



Cam Deas cresceu em Inglaterra, nos arredores de Londres. A sua abordagem à guitarra segue a escola de John Fahey e Robbie Basho, linha à qual acrescenta o drone, a manipulação sonora, gravações de campo, o minimalismo, a guitarra eléctrica e vocalizações, remetendo para um universo transcendente e psicadélico. Tem produzido nos últimos tempos uma série de registos onde todas estas abordagens se espelham transmitindo sólidas ideias que têm chamado a atenção dos seus pares. O mais recente chama-se For the Silver Waters, Sing! recentemente editado através da Blackest Rainbow casa onde já editaram nomes activos na actual cena underground como Hush Arbours, Voice of the Seven Woods, Sunburned Hand of the Man ou Peter Wright.
Na tour que o traz a Portugal, aborda a guitarra de 12 cordas um pouco na linhagem de nomes como Glenn Jones, James Blackshaw, com quem já partilhou o palco, ou Steffen-Basho Junghans. Todos músicos que já passaram pelo nosso país
For the Silver Waters, Sing!
2008
Blackest Rainbow
(CD-R, k7)

Second CDR from Cam on BR... this time around Cam focuses on 12 string guitar compositions (kinda like a tribute to Robbie Basho) rather than the more far out folk drone of 'Five Bells' (also reissued this month!). The kid has got some sweet finger picking going on... and at times almost has this kinda weird post folk aggro grunge twang to it, which I guess makes no sense, but check it out and you'll get me (maybe?). Closing track 'Raag Of The Sillver Waters' builds from the previous two 12 stringers, but Cam brings his own far out qualities to it with vocal drones, reverse looping, and bizarre bubbling bleeps. A definite for any fans of James Blackshaw, Robbie Basho... Edition of 98 hand numbered copies on pastel paper.


Bilhetes - 3€

28 Junho - Festa Aniversário no Patelas

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Para que a festa continue... A partir das 2h no Patelas

2 / 2.45 . DANIEL FERNANDES
2.45 / 3.30 DIGEI NOSSA SENHORA
3.30 / 4.15 ANCA SOUNDSYSTEM
4.15 / 5 KID TUTTI
5 / 5.45 G-SPOT
5.45 / 6.30 AFONSO MACEDO
6.30 / 7.15 DAVID RODRIGUES

4º Aniversário - 28 Junho

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(Clique para aumentar)

Reservas através do 916906494

Entradas
queijo de cabra com azeite e oregãos
queijo frescco com mel
presunto serrano com melão
rissóis de carne
bolinhos de bacalhau
pate caseiro
 
Prato principal

triologia de carne maronesa com migas, arroz de passas e pinhões, salada mista, batata a murro.
 
Sobremesa
bolo de aniversário e espumante

Vinho
Tinto - Grão Vasco Douro
Verde Branco - "vinha dos eiros, quinta das hortas".

Preço por pessoa - 12,50€
Jantar SÓ com reserva até 48h antes.
(Jantar 20h30)
After Party – Animação de DJs convidados – Patelas (a partir das 2h)
Afonso Macedo, Alex Anca Soundsystem, Daniel Fernandes, David Rodrigues, G-Spot, Kidtutti, digei NOSSASeNHORA

12, 13 e 14 de Junho pelas 23h45 horas - Alberto Pinton & Chant -

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photo: Truls Nord

Alberto Pinton & Chant
(Itália / Suécia )
Alberto Pinton – saxofone barítono
Jonas Kullhammar – saxofone tenor
Torbjörn Zetterberg – contrabaixo
Kjell Nordeson – bateria, vibrafone


Gravação para posterior edição na JACC Series
Transmissão em directo na RUC – Rádio Universidade de Coimbra
Transmissão vídeo em directo na Internet

Bilhetes: € 7

Venda por SMS

Envie do seu telemóvel para 3666: CFE JACCEX NOME APELIDO
Dependendo do concerto pretendido substituir o JACCEX pelo código correspondente.
Custo: € 0,35 (IVA incluído)
Receberá um SMS de resposta com os dados para pagamento numa Caixa Multibanco. Após pagamento bastará identificar-se à entrada do concerto.

SMS: JACCE10 (Dia 12), JACCE12 (Dia 13), JACCE14 (Dia 14)

Com os instrumentos de palheta menos vulgares, a começar pelo pesado saxofone barítono, o veneziano (mas radicado em Estocolmo) Alberto Pinton vem praticando um jazz aberto e flexível, mas em linha com as gramáticas do bop e do free originais – assimiladas estas nas suas passagens pelo Berklee College of Music, em Boston, e por Nova Iorque, cidade em que rodou com os nomes mais sonantes da cena “downtown”. A energia e a forma são as coordenadas musicais a que dá mais importância, e o sentido de equilíbrio denotado pelas suas conjunções da expressão improvisacional e das estruturas compositivas pressente-se bem em todo o trabalho que registou em disco ou apresenta ao vivo. Figura inevitavelmente identificada com as sonoridades que nos chegam da Escandinávia, não surpreende que o seu grupo Chant seja constituído por músicos da Suécia e da Noruega.

Além de patrão de uma das mais importantes editoras do Norte da Europa, a Moserobie, Jonas Kullhammar é também um dos mais importantes saxofonistas daquelas paragens. Com o seu estilo devedor a Sonny Rollins, o que significa uma grande fluência e uma intensidade que lhe fica a par, as combinações que estabelece com Pinton nos sopros são um claro convite para a festa. Com fogo-de-artifício e lançamento de “confetti”, como convém desde já avisar. A secção rítmica que lhes dá lume é de peso, com o incontornável Torbjorn Zetterberg no contrabaixo, um apaixonado de Charles Mingus que, não obstante, conquistou uma voz pessoal, e Kjell Nordeson sentado à bateria, um radical da “música improvisada” (senão veja-se a lista de parceiros com quem tem tocado: Mats Gustafsson, Christer Bothén, David Stackenás, Martin Kuchen, Peter Brotzmann e Frank Gratkowski são alguns dos nomes) que também é capaz de swingar. Entre uma elegância caracteristicamente europeia e uma surpreendente visceralidade, o projecto Chant tem a particularidade de não confundir a urgência dos seus postulados com estratégias de fácil aceitação, e se for mais interessante dar a volta maior para chegar onde quer, de certeza que não vai a direito.

in Jazz ao Centro

5, 6 e 7 de Junho pelas 23h45 - Michaël Attias Quintet: Twines of Colesion - Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra 2008

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photo: Scott Friedlander

Michaël Attias Quintet: Twines of Colesion
(EUA)
Michaël Attias – saxofone alto
Tony Malaby – saxofone tenor
Russ Lossing – piano
John Hebert – contrabaixo
Satoshi Takeishi – bateria


Gravação para posterior edição na JACC Series
Transmissão em directo na RUC – Rádio Universidade de Coimbra

Bilhete Valor: € 7

Venda por SMS

Envie do seu telemóvel para 3666: CFE JACCEX NOME APELIDO
Dependendo do concerto pretendido substituir o JACCEX pelo código correspondente.
Custo: € 0,35 (IVA incluído)
Receberá um SMS de resposta com os dados para pagamento numa Caixa Multibanco. Após pagamento bastará identificar-se à entrada do concerto.

SMS: JACCE4 (Dia 5), JACCE6 (Dia 6), JACCE8 (Dia 7)



Trata-se de um quinteto de músicos criativos cujas associações já aconteceram nos ensembles Renku e Clinamen de Michaël Attias. Ao longo dos anos, estes experimentados músicos desenvolveram uma poderosa e original abordagem do ritmo, da cor, e do som. O projecto Twines of Colesion nasceu do desejo cultivado por Attias, de aglutinar as contribuições dos cinco instrumentistas numa exploração colectiva das mutações proporcionadas pela improvisação. Descrito pelo saxofonista como um trio expandido, os Twines of Colesion combinam a elasticidade “free” de uma pequena unidade como o trio Renku com o fôlego composicional do sexteto Clinamen. Aqui, a música escrita associa-se a situações espontaneamente geradas, onde as formas sugeridas, depois de dissolvidas, reaparecem mais tarde sob a forma de transições entre diferentes peças.

Michaël Attias estudou com Lee Konitz, frequentou a escola de Alan Silva e integrou várias formações de Anthony Braxton. Músico sempre em conflito com os estereótipos, chegou a gravar um disco de homenagem a Thelonious Monk que dispensou o piano.

Tony Malaby é um músico de muitas aventuras colectivas e um saxofonista de charneira na cena mundial. Mais do que pela técnica e pela inventividade das suas construções, Malaby é conhecido por saber ouvir, e as suas intervenções são sempre oportunas e acrescentam algo de valioso ao edifício musical.

Russ Lossing, pianista com uma sólida formação clássica e a história do jazz na ponta dos dedos, é o exemplo acabado de um músico para quem a tradição e a inovação não são antagonismos. É capaz do mais enlevado lirismo bem como de se entregar espontaneamente a progressões harmónicas de extrema complexidade.

John Hebert é um dos mais importantes contrabaixistas da actualidade, trabalhou durante longos anos com uma lenda do jazz, Andrew Hill. Com uma incrível sensibilidade métrica e dotado de um som profundo e redondo, Hebert mostra, nos seus solos, que o contrabaixo pode ser muito mais abrangente.

Satoshi Takeishi tem norteado a sua actividade musical pela curiosidade. Estudou as rítmicas da música latino-americana e do Médio Oriente. Em paralelo ao seu trabalho como baterista dedica-se à música electrónica, tendo o laptop como o seu segundo instrumento. O seu currículo dá conta de gravações e concertos com figuras de topo das mais variadas tendências do jazz.

in Jazz ao Centro
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